Ponte ligando Santos e Guarujá deve absorver 50% dos veículos que usam a balsa, diz Ecovias
Fonte: G1 (24 de setembro de 2019)

Apresentação do projeto da ponte ligando Santos e Guarujá aconteceu na Associação Comercial de Santos — Foto: Carlos Nogueira/A Tribuna Jornal
O projeto de construção de uma ponte ligando Santos e Guarujá, no litoral de São Paulo, foi apresentado, nesta segunda-feira (23), durante um seminário na Associação Comercial de Santos (ACS). Autoridades, como prefeitos, secretários e representantes da Codesp, Ecovias, Praticagem, Marinha e ACS, estiveram no evento. Segundo os estudos apresentados, a ponte deve absorver 50% do volume de veículos que passam pela balsa atualmente.
O evento, que teve como objetivo contribuir para o debate e esclarecer todas as dúvidas sobre o projeto da ponte, começou por volta das 9h30. A abertura ficou por conta do diretor-presidente da ACS e da TV Tribuna, Roberto Clemente Santini. O prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa, também esteve presente e falou sobre a importância do projeto.
Em seguida, o presidente da Ecovias, Rui Klein, fez uma apresentação inicial do projeto de ligação entre as margens do Porto de Santos. A ponte e os viadutos ligarão a Via Anchieta, no km 64, à rodovia Cônego D. Rangoni, no km 250. A estrutura passará sobre o canal na altura do bairro da Alemoa e pela Ilha Barnabé. Também haverá novos acessos às avenidas Perimetral e Martins Fontes.
Segundo o projeto, a ponte deve ter 85 metros de altura e 305 metros de largura entre os pilares. Os mastros terão uma altura de 170 metros, com a aprovação da Aeronáutica. A ponte contará com duas faixas de rolamento e acostamento e deve ter cerca de 7,5 km de extensão, sendo 1,1 km de travessia.

Diretor-presidente da ACS e da TV Tribuna, Roberto Clemente Santini, abriu o evento — Foto: Solange Freitas/G1
Dos veículos de passeio que utilizam a balsa, 50% vão continuar utilizando o sistema e 50% devem migrar para a ponte. Já referente aos caminhões que atualmente utilizam a Cônego D. Rangoni, cerca de 60% devem utilizar a ponte.
Klein disse que haverá pedágio na ponte, assim como hoje ocorre na Rodovia Cônego Domênico Rangoni e na travessia de balsas entre Santos e Guarujá. Segundo ele, o pedágio evita que haja uma migração maior no volume de veículos e uma saturação da estrutura. O valor arrecadado deve ser destinado à manutenção e não ao pagamento da obra.
Klein disse também que a ponte não prejudicará o futuro Aeroporto Civil Metropolitano, em Guarujá, e o vão da ponte de 85 metros garantirá a navegação pelo canal para todos os tipos de embarcação. “Construíram uma ponte no Panamá, no principal canal, de 60 e poucos metros e não atrapalhou. Aqui, com 85 metros, temos uma segurança até para movimentações futuras”, disse.

Projeto da ponte ligando Santos e Guarujá foi apresentado na Associação Comercial de Santos — Foto: Solange Freitas/G1
Segundo o projeto, a ponte deve ter 85 metros de altura e 305 metros de largura entre os pilares. Os mastros terão uma altura de 170 metros, com a aprovação da Aeronáutica. A ponte contará com duas faixas de rolamento e acostamento e deve ter cerca de 7,5 km de extensão, sendo 1,1 km de travessia.
Dos veículos de passeio que utilizam a balsa, 50% vão continuar utilizando o sistema e 50% devem migrar para a ponte. Já referente aos caminhões que atualmente utilizam a Cônego D. Rangoni, cerca de 60% devem utilizar a ponte.

Secretário estadual de Transporte e Logística, João Octaviano Machado Neto, ressaltou que a ponte é o melhor projeto para este momento. — Foto: Carlos Nogueira/A Tribuna Jornal
Klein disse que haverá pedágio na ponte, assim como hoje ocorre na Rodovia Cônego Domênico Rangoni e na travessia de balsas entre Santos e Guarujá. Segundo ele, o pedágio evita que haja uma migração maior no volume de veículos e uma saturação da estrutura. O valor arrecadado deve ser destinado à manutenção e não ao pagamento da obra.
Klein disse também que a ponte não prejudicará o futuro Aeroporto Civil Metropolitano, em Guarujá, e o vão da ponte de 85 metros garantirá a navegação pelo canal para todos os tipos de embarcação. “Construíram uma ponte no Panamá, no principal canal, de 60 e poucos metros e não atrapalhou. Aqui, com 85 metros, temos uma segurança até para movimentações futuras”, disse.