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PAB e caminhoneiros agendam nova reunião com a Codesp para discutir estacionamento

Fonte: G1 Santos e Região (22 de fevereiro de 2019)

Reunião entre prefeito de Santos (SP) e caminhoneiros no Paço Municipal — Foto: Susan Hortas/Prefeitura Municipal de Santos


 
O prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), e representantes do sindicato dos caminhoneiros se reuniram na tarde desta quinta-feira (21) para discutir a falta de vagas de estacionamento para a categoria no entorno do Porto de Santos. Uma nova reunião com a Codesp foi agendada para abordar o tema.
 
Na quarta-feira (20), um grupo de 40 caminhoneiros participou da manifestação, que teve o objetivo de cobrar da administração municipal uma solução para o problema de estacionamento na cidade. A Prefeitura de Santos desapropriou um terreno, localizado entre o Morro Ilhéu Alto e o Rio São Jorge, que era utilizado como estacionamento pela categoria.
 

Caminhoneiros fazem passeata por ruas de Santos (SP) — Foto: Bruno Gutierrez/G1

 
Com a manifestação, representantes do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam) conseguiram uma reunião com o prefeito de Santos, realizada nesta quinta-feira.
 
Os participantes decidiram marcar uma nova reunião com a Codesp para quarta-feira (27) para discutir a destinação emergencial de áreas do Governo Federal para o estacionamento de caminhões do Porto de Santos. Será cobrada ainda solução definitiva junto à autoridade portuária sobre o Retão da Alemoa.
 
 
 

Terreno desapropriado servia como estacionamento para caminhoneiros em Santos (SP) — Foto: Carlos Nogueira/Jornal A Tribuna de Santos


 

Segundo o prefeito, a prefeitura não dispõe de área e essas são soluções que cabem à Codesp. Há áreas da Secretaria de Patrimônio da União (SPU) que estão livres, que podem ser utilizadas temporariamente até a solução definitiva no Retão da Alemoa, espaço adequado para o estacionamento de caminhões.
 
Além disso, será solicitado ao poder judiciário a prorrogação do prazo para 30 dias de desocupação da área utilizada atualmente pelos caminhoneiros. Na última segunda-feira (18) foi feita a desapropriação de parte do terreno que era área alodial que pertencia à empresa Repcon, e solicitado o restante à SPU, porque era área de Marinha.